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Ponto turístico de São Luís, Beco do Silva ganha novo grafite inspirado em belezas do Maranhão

Por Redação em 29/10/2020 às 09:52:51

O artista visual Gil Leros repaginou o visual da escadaria Beco do Silva, localizada no Centro Histórico de São Luís. Beco do Silva localizado no Centro Histórico de São Luís

Divulgação

Como parte das ações de programa estadual, o artista visual Gil Leros repaginou o visual da escadaria Beco do Silva, localizada no Centro Histórico de São Luís. Em 2019, a imagem de uma coreira fez com que o espaço se tornasse sensação entre turistas e ludovicenses.

Este ano, a coreira deu lugar à ilustração de um guará, pássaro de penas vermelhas encontrado em larga escala na costa maranhense, e uma janela colonial, marca arquitetônica da capital patrimônio histórico da humanidade.

Gil Leros conta que o tema mudou, mas a intenção de sua nova intervenção artística continua a mesma: transmitir via arte de rua, valores e belezas típicos do Maranhão. Só que dessa vez o artista se preocupou em alertar o público sobre a importância da preservação ambiental, com ênfase na conservação das áreas de manguezais.

"De forma bem simples eu venho pontualmente colocando o guará nas paisagens dos lugares, para que a galera tenha esse "start" e consiga, por meio da pintura, entender a existência desse animal, entender o habitat desse animal e comece a se reeducar sobre a importância do mangue, não só como forma de proteção das margens litorâneas, mas também como um local em que vive um animal tão belo", detalha Gil Leros.

Apesar de ser figura marcante da fauna maranhense, Gil Leros acredita que o guará é um ilustre desconhecido para boa parte da população. E assim como fez quando pintou a coreira, o artista aposta no tom educativo do seu trabalho para conscientizar moradores e visitantes sobre as potencialidades locais.

"Quando a gente pintou a coreira muita gente veio perguntar: o quê que é isso? E essa baiana? O pessoal não sabia reconhecer o que era uma coreira, não entedia aquela mulher como uma coreira. No imaginário de muita gente ela era uma baiana. No guará tá acontecendo a mesma coisa. O pessoal não sabe que ave é aquela, apesar de ser muito comum na nossa região", avalia.

Fonte: G1

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